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Captação de Órgãos

Captação de Órgãos

Doe órgãos, doe VIDAS!

O Hospital Metropolitano de Sarandi possui uma Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos para Transplante (CIHDOTT),responsável por organizar dentro da rotina hospitalar a detecção de potenciais doadores de órgãos após o diagnóstico de morte encefálica, conforme a Resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM). A morte cerebral acontece quando há a perda irreversível das funções vitais que mantém a vida, como a perda da consciência e da capacidade de respirar, comprovada após um processo chamado Protocolo de Morte Encefálica. O processo para a comprovação é realizado por meio de muitos testes clínicos e de imagens feitos por diversos médicos especializados em Medicina Intensiva e Neurologia.

A CIHDOTT também tem como função criar rotinas para oferecer aos familiares de pacientes falecidos a possibilidade da doação e articular com a Central de Transplante do estado a organização do processo de doação e captação de órgãos.

Captação de Órgãos 2020/2021

2020 Foram captados 33 doadores de múltiplos órgãos e 15 doadores de globos oculares.

2021 Até o momento foram captados 18 doadores de múltiplos órgãos e 07 doadores de globo oculares.

“A doação de órgãos deve ser amplamente divulgada para as pessoas. Precisamos esclarecer a elas sobre a importância e a nobreza deste ato que, apesar do momento difícil da perda de um familiar, se trata de uma ação que pode ajudar a salvar até 8 vidas. Por ser um assunto muitas vezes desconfortável, as pessoas tendem a não conversar com seus familiares sobre o desejo de ser um doador. Por isso devemos realizar mais ações de conscientização para que a população não tenha dúvidas e/ou receios, visto que será o familiar que decidirá sobre a doação ou não dos órgãos do falecido”

– Matheus Grion, Enfermeiro Coordenador da CIHDOTT do Hospital Metropolitano de Sarandi

Perguntas Frequentes

Perguntas Frequentes

  • Quero ser um doador de órgãos, o que preciso fazer?
    Atualmente, para se tornar um doador de órgãos não se faz necessário deixar nenhum documento por escrito, porém é fundamental comunicar à família o desejo de doação, pois eles serão os responsáveis por autorizar ou não a doação. Pela legislação brasileira, não há como garantir efetivamente a vontade do doador, no entanto observa-se que, na grande maioria dos casos, quando a família possui conhecimento do desejo de doar do parente falecido, este desejo é respeitado. Por este motivo, a informação e o diálogo são absolutamente fundamentais, essenciais e necessários. Esta é a modalidade de consentimento que mais se adapta à realidade brasileira. A previsão legal concede maior segurança aos envolvidos, tanto para o doador quanto para o receptor e para os serviços de transplantes.
  • Quem pode doar?
    Doador vivo: De acordo com o Sistema Estadual de Transplantes do Paraná qualquer pessoa saudável pode doar ainda com vida parte dos rins ou fígado para um familiar próximo (até 4º grau sanguíneo). Caso a doação não for aparentada é necessário autorização judicial

    Doador falecido: Qualquer pessoa pode doar, desde que haja a comprovação da morte encefálica e mediante autorização da família.
  • Como ter certeza da morte encefálica?
    Segundo o Sistema Estadual de Transplantes do Paraná para a comprovação da interrupção do funcionamento do encéfalo são realizados diversos exames de imagem por médicos especialistas nas áreas de Medicina Intensiva e Neurologia
  • Quais órgãos podem ser doados?
    Todo individuo pode ser um potencial doador de córneas, rins, fígado, coração, pulmão, pâncreas, entre outros órgãos e tecidos.
  • Como fica o corpo após a doação?
    Após a retirada cirúrgica dos órgãos a serem doados o corpo do paciente é reconstituído condignamente e sem deformidades, podendo ser velado normalmente.
  • Para quem vão os órgãos doados?
    Os órgãos doados vão para pacientes que necessitam de um transplante e estão aguardando em lista unida, definida pela Central de Transplantes da Secretaria de Saúde de cada estado e controlada pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT).
  • Como a Pandemia de COVID-19 impactou a Captação de Órgãos no Hospital Metropolitano?
    Devido ao fato de que a Rede Metropolitana foi referência no tratamento de Covid-19 durante os últimos meses, houve uma queda de 50% nos números de captações e notificações em nosso hospital, inviabilizando desta forma, muitas doações de pacientes que testaram positivo para Covid-19.

    A pandemia de Coronavírus também trouxe mudanças no protocolo para Captação de Órgãos que irão permanecer também no pós pandemia, como o protocolo de testagem para covid-19. Além da pesquisa de história clínica e social, todos os pacientes prováveis doadores são testados antes de iniciar o processo de captação

    Seja um doador, converse com a sua família!